E mais uma vez a Série C foi parar na justiça. Para quem costuma acompanhar o campeonato isso não se trata de nenhuma novidade, pois anualmente temos interferência dos tribunais nas classificações da competição, e 2008 não poderia ser diferente.
Este ano o grande personagem das pelejas nos tribunais é Rafinha, do Toledo, que em entrevista a uma rádio gaúcha disse que no confronto entre Toledo 0 x 0 Marcílio Dias, os jogadores, após saberem que a classificação estava garantida com o empate-na outra partida do grupo, válida pela última rodada da primeira fase, Inter-SM Engenheiro Beltrão-PR por 3 a 2- fizeram "um acordo" para o jogo terminar empatado.A entrevista do jogador e os lances(editados muito tendeciosamente, diga-se)cairam na grande mídia e a repercutiram Brasil afora, fazendo com que o procurador Paulo Schimt anulasse a partida.
Diferente de outros casos parecidos(lembrando que cada caso deve ser tratado com o seu devido cuidado) desta vez não houve dinheiro em jogo, tampouco acordo entre os dirigentes das equipes, e sim um acordo dentro das quatro linhas, pelos jogadores que já classificados resolveram se poupar.Quem assistiu ao jogo fala de bolas na trave, penaltis não marcados e inúmeras ocasiões que por si próprias já tirariam o mérito do acordo, mas como eu, assim como a grande maioria que vem comentado o caso, não assisti ao jogo, resta aquela pulga atrás da orelha, no que acreditar, o caso é realmente passivel de punição?
Recentemente na série A2 do campeonato Paulista, Mogi Mirim e Oeste tiveram a partida anulado, pois segundo (xxxxxxxxx e xxxxxxxxxxx) ambas as equipes teriam armado o resultado.O caso é muito semelhante, mas no paulistão o acordo supostamente partiu de dirigentes, já na série C a atitude foi tomada pelos jogadores.
Há uma linha muito tênue entre o ético e o não-ético no futebol, e jogar com o regulamento embaixo do braço ao meu ver não pode ser considerado passível de punição, Toledo e Marcilio(assim como Mogi e Oeste) só puderam "armar" o empate pois haviam conquistados pontos necessários para garantir a classificação.Não houve nenhum dinheiro gasto com malas pretas, brancas ou da cor que preferirem, apenas uma brecha no regulamento que permite aos clubes que entrem na última rodada podendo jogar pelo resultado que melhor entender, seja para pegar adversários mais fracos na próxima fase(já vimos em copa do mundo), ou até para desclassificar um rival considerado favorito a uma competição.
Enfim, pelo andar da carruagem a partida será remarcada, e provavelmente o resultado manterá a classificação de ambos...e o pato vai sobrar para Rafinha, que provavelmente será punido pelos tribunais por ser honesto demais.
Por hoje é só meu povo, e ficamos todos nós no aguardo do desfecho de mais um caso resolvido pelos grandes craques do futebol atual, os advogados!!!
e no próximo post mais um caso juridico, também na série C...
Este ano o grande personagem das pelejas nos tribunais é Rafinha, do Toledo, que em entrevista a uma rádio gaúcha disse que no confronto entre Toledo 0 x 0 Marcílio Dias, os jogadores, após saberem que a classificação estava garantida com o empate-na outra partida do grupo, válida pela última rodada da primeira fase, Inter-SM Engenheiro Beltrão-PR por 3 a 2- fizeram "um acordo" para o jogo terminar empatado.A entrevista do jogador e os lances(editados muito tendeciosamente, diga-se)cairam na grande mídia e a repercutiram Brasil afora, fazendo com que o procurador Paulo Schimt anulasse a partida.
Diferente de outros casos parecidos(lembrando que cada caso deve ser tratado com o seu devido cuidado) desta vez não houve dinheiro em jogo, tampouco acordo entre os dirigentes das equipes, e sim um acordo dentro das quatro linhas, pelos jogadores que já classificados resolveram se poupar.Quem assistiu ao jogo fala de bolas na trave, penaltis não marcados e inúmeras ocasiões que por si próprias já tirariam o mérito do acordo, mas como eu, assim como a grande maioria que vem comentado o caso, não assisti ao jogo, resta aquela pulga atrás da orelha, no que acreditar, o caso é realmente passivel de punição?
Recentemente na série A2 do campeonato Paulista, Mogi Mirim e Oeste tiveram a partida anulado, pois segundo (xxxxxxxxx e xxxxxxxxxxx) ambas as equipes teriam armado o resultado.O caso é muito semelhante, mas no paulistão o acordo supostamente partiu de dirigentes, já na série C a atitude foi tomada pelos jogadores.
Há uma linha muito tênue entre o ético e o não-ético no futebol, e jogar com o regulamento embaixo do braço ao meu ver não pode ser considerado passível de punição, Toledo e Marcilio(assim como Mogi e Oeste) só puderam "armar" o empate pois haviam conquistados pontos necessários para garantir a classificação.Não houve nenhum dinheiro gasto com malas pretas, brancas ou da cor que preferirem, apenas uma brecha no regulamento que permite aos clubes que entrem na última rodada podendo jogar pelo resultado que melhor entender, seja para pegar adversários mais fracos na próxima fase(já vimos em copa do mundo), ou até para desclassificar um rival considerado favorito a uma competição.
Enfim, pelo andar da carruagem a partida será remarcada, e provavelmente o resultado manterá a classificação de ambos...e o pato vai sobrar para Rafinha, que provavelmente será punido pelos tribunais por ser honesto demais.
Por hoje é só meu povo, e ficamos todos nós no aguardo do desfecho de mais um caso resolvido pelos grandes craques do futebol atual, os advogados!!!
e no próximo post mais um caso juridico, também na série C...
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